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sábado, 8 de maio de 2010

Ateus de Virtudes

Marcelino, em dúvida sobre a salvação dos que não acreditam em Deus,
questiona seu professor de religião a respeito. O bom religioso pensa por
alguns instantes e lhe responde: "Ao exemplo do bom samaritano, contado por
Jesus, isso pouco importa, desde que o homem tenha sua conduta digna e reta.
Pois mais vale ser um homem de virtudes, sem crer em Deus, a que ser um
exímio praticante religioso que somente tem Deus nos lábios e não nos atos."

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O Medium aprendiz

Um médium aprendiz, querendo entender o motivo de tantas dificuldades em
receber comunicações espirituais, questiona seu mentor que lhe explica: "A
capacidade dos homens no desejo de tal execução está relacionada ao seu
motivo verdadeiro. Bem podes querer algo enquanto, porém, para seu espírito,
aquilo pouco importa. Já aquele que realmente deseja, quando permitido por
Deus, sua capacidade de estar em contato com o mundo espiritual está
relacionada às ligações de seu espírito para com seu corpo, assim como o fio
que liga o aparelho telefônico ao ganho de escuta. Precisa possuir
equilíbrio no corpos físico e espiritual. No físico, saúde; no espiritual:
verdadeira paz de consciência."

O Pai deformado e o Filho arrependido

Um pai, deformado por uma grande cicatriz que lhe marcava quase todo o rosto
e o corpo, certa vez levou o filho numa festa. O filho, como de costume,
pediu que ele não se aproximasse muito e o deixasse onde seus amigos não
pudessem vê-lo. O pai, sábio e manso, atendia sempre os pedidos desta
natureza do filho que demonstrava, sem discrição, se envergonhar do pai da
aparência do pai. Anos mais tarde, o filho demorou a chegar em casa e o pai
saiu à sua procura, encontrou-o na casa de um de seus amigos. O filho,
notando a expressão de assombro de seus amigos para com seu pai, saiu
correndo da festa carregando o pai pelo braço. Entraram no carro e o filho,
colérico e indignado, fez progenitor prometer que nunca mais faria aquilo.
Melhor ainda, não se mostrasse jamais a nenhum conhecido dele. O pai, com a
costumeira paciência concordou se desculpando ao filho. Ao voltar para casa
o filho, ainda irritado, foi reclamar com a mãe sobre o ocorrido que, para
ele, estranhamente, a mãe começou a chorar. O adolescente se abrandou e
perguntou a mãe o por que daquilo. Após certa relutância dela, a progenitora
cedeu à pressão do filho e contou: "Quando você era ainda pequeno, uma
criança de berço, num dia sem energia elétrica, sua avó, que de ti cuidava,
deixou, sem saber, uma vela cair no tapete de seu quarto. A fumaça invadiu
toda a casa, a intoxicou antes que pudesse fazer algo por você, que no
berço, frágil, mas que por ser baixo, ainda respirava. Durante as chamas, um
homem furou o bloqueio dos bombeiros que lhe diziam que era impossível
entrar e não havia sobreviventes. O homem, acreditando o filho ainda estar
vivo, avançou contra o fogo, mesmo enquanto este queimava a maioria da pele
de seu corpo. Este homem, seu pai, sem se importar com o perigo ou com a
dor, te retirou do berço, envolveu-o nos braços e, atravessando o fogo,
expondo sua face e suas costas ao calor extremo, retirou-o com vida. Você
saiu completamente ileso, mas seu pai, estava quase queimaduras gravíssimas,
quase toda a sua pele derretia e caiu desmaiado na rua após lhe entregar aos
médicos. Ele ficou entre a vida e a morte por semanas e após meses de
tratamento. E esta aparência que hoje você vê, foi a mais bela que ele pôde
conseguir." O filho caiu de joelhos, chorando, com as mãos sobre o rosto,
envergonhado e com grande remorso, grita pelo pai que chega correndo para se
recebido, pelo filho, de joelhos, em lágrimas, implorando perdão.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Filho, quem são seus Heróis?

O pai, estranhando o filho, já adolescente, que não se interessava por quase
nenhum modismo, passa a observá-lo mais cuidadosamente. A criança dava seus
brinquedos para as outras crianças brincarem, chorava ao comer quando via
alguém comendo lixo, não se interessava por roupas, jogos ou modas. Sem
dúvida, estava ali, estava um espírito diferente. A criança possuía um forte
magnetismo, um olhar extremamente belo e amoroso, daqueles que confunde o
coração dos malvados e a mente dos orgulhosos. Seus pais, já cogitando terem
tido a honra de receber em sua família um espírito de grande elevação. Certo
dia, após notar que o filho, diferentemente dos demais irmãos, não assistia
a um filme de super-heróis. Seu pai se aproxima e lhe pergunta: "Filho, quem
são os heróis deste mundo para você?" O filho, após rápida reflexão e
pegando numa das mãos do pai, lhe diz com extrema firmeza e carinho: "Os
heróis, papai. Os heróis deste mundo para mim são pessoas como você e a
mamãe. São todas as pessoas dignas até o fim. São os seres humanos que,
mesmo sob grandes dificuldades, em meio a todo mal e corrupção, continuam no
bem; firmes, dignas e puros. São as pessoas que vejo saírem cedo e voltarem
tarde, que suam e voltam desanimadas do pouco, mas com muita dignidade,
receberam. São as pessoas que, para trazer o pão de cada dia, levam o físico
ao limite sem se deixar se abater ou carregar pelo mau caminho. Estes são
meus heróis, papai. Muito obrigado." O pai, banhado em lágrimas, abraça o
filho forte e demoradamente.

O Sábio e as Injúrias

Num mosteiro, alguns aprendizes estavam reunidos em torno do sábio mestre quando um homem, colérico, se aproximou. O homem estava extremamente irritado e chegou agredindo verbalmente o mestre com diversas injúrias e forte palavreado. O mestre permaneceu sereno e de cabeça baixa, manso, como se consentisse. O homem, extremamente raivoso proferiu por vários minutos insultos deploráveis contra a pessoa do mestre que nada fez senão ficar parado ouvindo calmamente. Quando então, o homem, inconformado, observou o ambiente, os alunos e a passividade do sábio ancião, não teve outra alternativa senão suspender o vão insulto e partir. O mestre, sem muito se incomodar, imediatamente voltou aos serviços do mosteiro como se nada tivesse ocorrido. Foi quando alguns alunos, confusos, se levantaram e indagaram-no do por que não ter revidado as difamações ou, ao menos, haver dito que não era culpado de nada do que o homem dissera. O mestre, sorrindo serenamente, ditou aos pupilos a seguinte analogia: “Se alguém de tu te aproximas com dois baldes, um com rosas belíssimas e outro com estrume, com qual balde ficareis? Ele chegou com um balde de conteúdo que eu não apreciava, desta forma, não o peguei. E o pobre homem teve de retornar com tudo aquilo que trouxera.”

 

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Anjo de Guarda

E perguntou Joãozinho ao monge: “Eu não ouço meu anjo de guarda, por quê? Ele fala aos ouvidos?” E o monge o respondeu: “O anjo é um sábio amigo, que o conhece melhor do que você a ti mesmo. Sendo um espírito superior, é preciso aprender a se sintonizar para ouvir. Sua capacidade de sintonia é tão grande quanto sua paz, seu amor, seus pensamentos bondosos e seus atos benevolentes e cristãos. Este grande sábio e inseparável amigo o fala às portas de Deus em sua morada, ou seja, à sua consciência. É a voz íntima que se comunica mais freqüentemente do que imaginais, que lhe inspira, lhe dá força e coragem. Se comunicando com diretamente com seu espírito, sua capacidade de perceber a sutileza das palavras, que lhe chegam através de idéias e pensamentos, depende do estado das  ligações conectivas de seu espírito a seu corpo.”

Os Erros e a Consciência

Certa vez, um impiedoso assassino que esfaqueava suas vitimas, desencarnou. Em região muito sofrida e em estado extremamente lamentável, foi visto por um espírito mais elevado. Este, após cuidadosa análise e reflexão, perguntou ao seu mentor perguntou: “Nossa, por que aquele irmão está todo furado?” O mentor lhe respondeu explicando: “Seu perispírito agora sofre dos ferimentos e lamentações que causadas às vitimas e aos entes que lhes eram caros. O sofrimento deles agora é o sofrimento dele. Ele sofre pela dor da consciência e a vergonha de seus atos.” O aluno pergunta novamente: “Mas se todos somos criados iguais, simples e ignorantes com as leis de Deus escritas em nossa consciência, com o espírito encarnado pode ser capaz de atos tão desprezíveis?” Eis a resposta do sábio: “A consciência e as leis são sim as mesmas e acessíveis a todos. Porém, a capacidade de consultá-la depende da situação de cada ser. A consciência é a porta divina, é a luz que ilumina o caminho de todos os seres inteligentes e quando a comunicação com ela não sobre empecilhos, ou ao menos tanto, a comunicação com divindade se dá sem interferências e a escolha do certo ou errado é tão clara quanto a luz solar. Acontece que os seres, de pequenos em pequenos erros, falhas morais e simples delitos que hora julgaram ser nada, cresceram e acobertam luz da consciência. E, com tantos erros, deixaram-na tão obscurecida que sua voz, quando encarnado o ser, grita, sem sucesso, convidando ao fim do delito e ao exame do arrependimento. Desta maneira, o ser, após sua desencarnação tem clara vista do mal que fizera e sofre de todos os remorsos de suas ações pretéritas.”

 

Se retornar antes de você.

Se retornar antes de você…

Muitos espíritos que, retornando ao seu estado natural (desencarnados), agonizam-se pelas mais diversas situações, dívidas ou dúvidas. Algumas delas poderiam ser facilmente sanadas por pequenos recados, poucas palavras, alguns gestos, abraços e até lágrimas quando ainda vivos.

Aos informados, a chamada morte nada mais é do que mais uma libertação. Estivemos aqui de passagem, num bilhete de estadia com ida e volta definidas. A do corpo perecível nada mais é senão o retorno à nossa real forma, pondo fim a penosa estadia terrena. E vai depender das ações terrenas de cada um como se encontrão quando de volta à pátria espiritual.

Se eu retornar antes de você, a todos que ficaram e, tive a honra de conhecer, que possam ler minhas palavras.

 

Se eu ficar gravemente enfermo, não reze pela minha saúde, mas sim para o meu desenlace.

Se após algum acidente, ou doença grave, não mais me for possível comunicar ou responder por mim, de já lhe agradeço por todos esforços a mim dedicados.  Se eu de alguma deficiência for vítima, de já peço perdão pelo trabalho. E, se quiser fazer algo por mim, por favor, dê-me algo para ler ou ouvir, algo bom e bonito, algo que me sirva para a alma.

Se eu estiver entre a vida e a morte e o controle desta situação vier a lhe cair nas mãos, tendo de decidir sob alguma ação, reflita, medite e entregue a Deus, não tema por me libertar do corpo.

Se meu corpo em Terra ainda puder ajudar alguém, dê dele a quem necessitar. E tente mostrar a este que recebeu, a caridade de um modo que ele possa, à maneira dele, da mesma forma praticar também.

Se perguntarem por que fui o que fui, diga que, dentro do meu possível, tudo pratiquei de bom o que de bom recebi. Muito do que de bom fiz, e disse, foram frutos de sugestões espirituais dentro do que, em minha humilde existência e alcance a pratica do bem, como o Cristo nos ensinou, pude fazer.

Se um dia lhe ajudei ou fui digno de alguma forma de admiração, ajude a quem lhe estiver ao alcance e agradeça a Deus por eu ter sido instrumento de Sua bondade.

Se eu partir, sem dizer lhe adeus, sem a chance de lhe dar um abraço ou sem poder pedir seu perdão por minhas faltas, por favor, considere feito.

Consumada minha partida, dê-me paz com sua paz; não se atribule, lamente, condene ou chore pela minha partida, seja ela como ou quando for.

Dê-me pelo menos 3 dias para que meu espírito se afaste completamente do corpo material, antes de dar o fim, que achar mais simples e conveniente, à maquina que Deus me emprestou para eu me manifestar na terra.

Por favor, não me renda homenagens ou adornos, faça me feliz com a simplicidade e desapego que sempre desejei.

Se lhe causei algum mal ou lhe magoei de alguma forma, por favor me perdoe. Assim como você, estive sob influencia das mais adversas situações num corpo que, reagindo a emoções, obedecia padrões instigados na sociedade que vivi.

Não se lembre de mim doente, feio ou morto, tampouco julgue necessário ou importante me visitar em tumulo, caso este exista.

Não chore por mim, pois fui libertado da prisão do corpo terreno.

Mais uma vez voltei para casa, onde espero poder encontrar você e muitos outros que tanto em Terra amei e continuarei amando sempre.

Não julgue jamais Deus, muito menos pela minha partida.

Quero lhe encontrar para onde espero poder chegar e, lá, esperar por você. Portanto, empenhe-se, empenhe-se muito em praticar os ensinamentos do Cristo para que possamos estar novamente juntos.

Sei que você pode muito sentir com a minha partida, mas lembre-se: muitos têm a opção de simplesmente não se importar e você não deve julgá-los por isso.

Se eu morrer como um “covarde”, perante os homens, oferecendo a outra face, como o Cristo nos ensinou, ou simplesmente tentando fugir de alguma disputa, por favor, entenda que compreendi o estado de infância espiritual do meu irmão, temporariamente agressor, e escolhi por não me prejudicar revidando.

Se eu morrer assassinado pela forma que for, perdoe meu agressor. Apesar de ele ter me libertado, terá seus débitos para aprender com seu erro e devemos sempre acolhe-lo. Afinal, ele também é filho de Deus e nos encontraremos um dia em plena felicitude.

Se eu morrer vitimado pelo azar, lembre-se de que assim Deus usa catástrofes, doenças incuráveis e infortúnios gerais como instrumentos diversos pelas as mais sabias razões.

Se quando eu partir ainda existirem irmãos ateus, diga a eles que a existência do mundo não pode ser uma coincidência e o não acreditar é um estado temporário, mais supersticioso ainda crendo que toda a vida resulta de vários acasos perfeitos. Enxergar o céu estando no fundo do mar não é possível, devem, então, nadar.

Sempre que sentir saudade, lembre-se de que eu possa estar lhe visitando, conceda-me sua benção, uma boa ação e me dê um alô.

Sempre que lhe for possivel, dite uma prece de seu coração por meu espírito, desejando-me força na caminhada espiritual.

Lembre-se de que pensamento é ação no mundo espiritual. Seu pensar é produzir, manifestar e ligar no mundo espiritual.

Dos meus bens, por favor, faça o que melhor lhe intencionar. Eles não têm utilidade alguma para mim e gostaria de tê-los gostado menos.

Gostaria de ter sido grande na vida, não em riqueza ou estrelato, mas em moral, virtude e benevolência. Mas sei que podemos ter a grandeza em pequenas coisas que pensamos, dissemos ou fazemos a quem mais podemos.

Gostaria de poder mudar o mundo, salvar os que estivessem em perigo, alimentar e dar abrigo aos que necessitassem, mas aprendi que o mundo é como deve ser e as coisas acontecem no tempo que precisam acontecer.

Gostaria de ter começado mais cedo a pratica do bem, do perdão, da fraternidade e da caridade. Mas os meus erros me serviram pra ver depois o quanto elas são belas e jamais saberia lhe dar o valor que mereciam se não tivesse sofrido ou ignorado.

Aprendi que quanto mais nos aproximamos de Deus mais algumas provas se tornam difíceis, porém, mais belo e majestoso é o próximo passo.

Aprendi com o que não tive a dar valor ao que tive. Aprendi com as lágrimas a dar o valor ao sorriso. Aprendi com a solidão a dar valor às companhias. Aprendi com a dor a dar valor à alegria.

Aos que ainda possuem dúvidas ou medo da chamada morte, saibam que tudo seria muito triste se submetido aos fatos de simplesmente aparecer e desaparecer. E, muito mais triste ainda seria, vermos todos os dias vidas nascerem e morrerem sem razão alguma. Se você sente-se bem próximo ao bem, afina-se com aquele que lhe prestou atenção, auxilio, carinho ou ajuda, de qualquer tipo e gostaria de praticar, entenderá quão bom é se prestar ao bem, ai está a força motivadora do universo.

Se, quando você à nossa eterna morada retornar, não me encontrar, por favor, implore ao pai a redenção por nossas faltas, mas continue trabalhando no aperfeiçoamento que nos levará ao mesmo destino.

Se à nossa casa espiritual me procurar e não me achar, não fique triste ou se desanime. Continue caminhando, aprendendo, se instruindo e praticando o bem em sua máxima, pois lembre-se; o destino de todos nós é o mesmo irremediavelmente, somente o momento nos difere. Nos encontraremos em algum passo da eternidade.

Aos meus pais, gostaria de rende-lhes minhas mais profundas homenagens. Seria para mim uma honra, cuidar de vocês, como cuidaram de mim e vê-los envelhecer assim como me viram crescer. Dar-lhes-ia um profundo, longo e apertado abraço como se os quisessem sempre juntos. Desta forma, gostaria, ao mesmo, tempo vigiá-los, amá-los e, beijando-lhes os pés, lhes diria: Muito Obrigado!

Aos meus irmãos, o perdão mais profundo e sincero por todas minhas falhas infantis e juvenis. Fraquezas e orgulhos que o tempo e a experiência sabiamente clarearam-me a razão pare que, hora numa época era uma diversão egoísta, hora outra, arrependimento. Mas serviram para me mostrar o quanto eu precisava de vocês e precisávamos apoiarmo-nos uns aos outros para vencer todos os obstáculos.

Aos familiares mais íntimos, como foi bom tê-los por perto. Como foi ótimo crescer com vocês, aprender, ouvir, chorar, sorrir, brincar, correr, partir e sofrer. Tenho certeza de que alguns de nós éramos já afins e tivemos as mais diferentes missões e tarefas. Continuem na luta por mim, ensine o bem a fora e lhes apoiarei sempre que me for possível.

Aos familiares que não tive a oportunidade de tê-los sempre perto, a roda da vida nos cruzou e afastou nos mais diversos momentos exibindo as mais diversas circunstancias e perfis pessoais. Mas sei que muito teria aprendido e talvez pudesse-lhes oferecer um pouco mais de mim, ja mais velho, experiente e sensato.

Aos meus amigos, nem sempre pude tê-los tão próximos tanto quanto gostaria para continuar, aprendendo sob seus elogios e criticas, cada uma de suas mais diversas habilidades. Aos que a vida me colocou como companheiros inseparáveis crescemos juntos pouco ou muito, com mais ou menos afinidade, espero que possam carregar de mim por vossas vidas e eternidades, não somente a lembrança de minha pessoa mas meu apreço e minha melhor e mais madura personalidade.

Aos meus educadores, dos mais diversos tipos, aprendi que através de mim poderiam ver o fruto de seu trabalho, educação e dedicação. Gostaria de dizer que não precisamos nos tornar homens de sucesso ou de posses mas sim, homens dignos e de virtudes. E seremos sempre grandes pois, nossos ombros estarão escoltados pelos mais puros ensinamentos para daí termos a força necessária para carregar o peso de nossas derrotas e faltas.

À família que construí, obrigado pelos ensinamentos e experiências. Mesmo algumas discussões e desentendimentos foram importantes para me ensinar e progredir. Espero que tenha deixado uma boa lembrança, não de riqueza ou tristeza mas sim, de humildade e alegria. Carregarei para sempre comigo todo o carinho e afeto que compartilhamos, prezando para que sejam felizes enquanto na Terra, mas lembrando sempre das leis de Deus.

À família que tive, pelas bênçãos de Deus, ser acolhido, não tenho palavras para expressar minha gratidão. Quero trabalhar onde eu estiver e o quanto puder para auxiliá-los sempre.

Às oportunidades que se apresentaram facilmente e as deixei passar, pois pela ausência da luta e suor não pude ver o quanto me eram benéficas, tive de me esforçar para conquistá-las. Agora, não mais com facilidade, mas sim com dedicação para que, tardiamente, eu poderia ver o quanto eram preciosas.

Obrigado a todos, estarão sempre comigo, nas mais carinhosas lembranças.

Se lhe for possível, distribua esta mensagem a todos.